Iscas Artificiais

Iscas Artificiais

Ao contrario das iscas naturais que podem ser atacadas mesmo quando estão em repouso, as artificiais devem ser constantemente “trabalhadas” a fim de imitar um organismo vivo e atrair o peixe.

As iscas artificiais são tradicionalmente divididas em três grupos: as de superfície, as de meia água e as de fundo, sendo que além da sua construção, a maneira de “trabalhar” uma isca pode definir em qual grupo ela se enquadra. Os modelos mais tradicionais de iscas são:

Colheres: foram as primeiras iscas artificiais utilizadas no Brasil. São confeccionadas de metal e, como o nome indica, lembram uma colher. Seu trabalho mais comum é na meia água com recolhimento contínuo.

Jigs: são anzóis com cabeça de chumbo, revestidos com fios ou fibras naturais ou sintéticas. A maneira mais tradicional de se trabalhar esta isca é com toques de ponta de vara alternados com pausas para a isca afundar.

Jumping Jigs ou Metal Jigs: são iscas feitas exclusivamente de metal e indicadas para a pesca vertical.

Spinners e Spinner Baits: iscas que possuem lâminas que firam em torno de um eixo, causando vibração. São trabalhadas com recolhimento contínuo.

Plugs: nome genérico dado a vários tipos de iscas que imitam o formato de peixes.

Jumping Minow: plug de superfície com uma cavidade na parte frontal. Para obter-se esse trabalho, deve-se coordenar recolhimento e toques de ponta de vara. Exige certa habilidade.

Popper: plug de superfície com uma cavidade na parte frontal. Pode ser trabalhado com toques de ponta de vara longos ou curtos, fazendo o barulho tradicional (pop), do qual surgiu seu nome.

Stick: é um plug de superfície que possui um lastro na parte traseira, ficando parada verticalmente. Podes ser trabalhada alternando-se toques de ponta de vara curtos ou longos, e pequenas paradas.

Plugs de meia água: são as iscas artificiais mais conhecidas, simples de serem usadas e se adaptam às mais variadas espécies de peixes e condições de pesca. Possuem barbela (apêndice na parte frontal). Podem ser trabalhadas com recolhimento continuo, porém, toques de ponta de vara e pequenas paradas aumentam a produtividade.

Hélice: plug de superfície com uma ou mais hélices nas extremidades. Pode ser trabalhada alternando-se toques de ponta de vara curtos e longos.

Zara: é uma isca que nada em ziguezague. Para obter-se esse trabalho, deve-se coordenar recolhimento e toques de ponta de vara.